A China estabeleceu a meta de que suas vendas totais no varejo de bens de consumo alcancem 50,1 trilhões de yuans até o ano de 2025. O valor equivale a aproximadamente US$ 7,86 trilhões.
A projeção faz parte do 14º Plano Quinquenal do país, para o período de 2021 a 2025. O documento foi divulgado pelo Ministério do Comércio (Mofcom) em conjunto com outros órgãos governamentais, como a Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma.
Para atingir o objetivo, o plano projeta um crescimento médio anual de cerca de 5% para o setor de varejo. O ponto de partida é o resultado de 2020, quando as vendas totais no país somaram 39,2 trilhões de yuans.
As informações foram reportadas pela agência de notícias estatal Xinhua e repercutidas por veículos como a Exame.
O plano também detalha metas específicas para a modernização do comércio. Um dos focos é o varejo online, para o qual a meta é atingir 17 trilhões de yuans em vendas até 2025.
Este movimento busca impulsionar a integração entre as operações de comércio físico e as plataformas digitais, fortalecendo o setor como um todo.
O documento do governo chinês também enfatiza a necessidade de desenvolver um sistema logístico mais moderno e eficiente. A otimização da cadeia de suprimentos é vista como crucial para sustentar o crescimento do consumo.
Outro pilar da estratégia é o fortalecimento do consumo tanto em áreas urbanas quanto em zonas rurais, buscando uma distribuição mais equilibrada da atividade econômica.
O objetivo final é consolidar um mercado doméstico mais forte e resiliente. O consumo é tratado como um pilar fundamental para o crescimento econômico sustentado do país.
A iniciativa integra a estratégia de “dupla circulação” da China, que visa impulsionar a demanda interna para garantir a estabilidade econômica diante de um cenário global com incertezas.
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