A Polícia Federal prendeu Reges Furlani, ex-presidente do Rioprevidência. A ação faz parte da Operação Sorte Grande, que investiga um aporte de R$ 1 bilhão do fundo de pensão em CDBs do Banco Master, segundo informações da Forbes Brasil.
A investigação apura possíveis crimes de gestão fraudulenta e desvio de recursos de instituição financeira. A operação foi deflagrada para aprofundar as apurações sobre a legalidade e a motivação do investimento.
O aporte de R$ 1 bilhão ocorreu em 2022. Na época, a instituição financeira era conhecida como Banco Máxima e, de acordo com as investigações, enfrentava uma situação financeira delicada.
A Polícia Federal suspeita que o investimento não seguiu os melhores interesses dos beneficiários do Rioprevidência, que são os servidores públicos do estado. O objetivo teria sido beneficiar diretamente a instituição bancária.
Além da prisão de Furlani, a Operação Sorte Grande cumpriu outros mandados de busca e apreensão. As ações visam coletar mais provas sobre as circunstâncias da transação financeira investigada.
Em nota, o Banco Master afirmou não ser alvo da operação. A instituição declarou que os Certificados de Depósito Bancário (CDBs) foram emitidos em condições de mercado e que está colaborando com as autoridades.
O banco também ressaltou sua atual solidez financeira e reforçou que coopera para o total esclarecimento dos fatos apurados pela Polícia Federal.
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