A adoção de inteligência artificial generativa por 40% dos CEOs do agronegócio no Brasil foi revelada em pesquisa da PwC. O estudo aponta a busca por eficiência e os desafios de cibersegurança, segundo informações do portal Forbes Brasil.
A 27ª Pesquisa Global Anual de CEOs da PwC detalha o avanço da tecnologia no setor. Além dos que já utilizam, 35% dos executivos do agro pretendem implementar soluções de IA nos próximos 12 meses, sinalizando uma rápida expansão.
Os principais impulsionadores para a adoção são operacionais. O aumento da eficiência foi citado por 65% dos líderes, enquanto a redução de custos foi mencionada por 58%, mostrando um foco claro em otimização de processos.
Contudo, a implementação enfrenta obstáculos relevantes. A principal preocupação dos CEOs é com os riscos de cibersegurança, um temor compartilhado por 72% dos entrevistados no levantamento da PwC.
A falta de profissionais qualificados para lidar com a nova tecnologia também representa uma barreira importante. O estudo mostra que 60% dos líderes do agronegócio veem a escassez de talentos como um desafio para a implementação da IA.
Marco Castro, sócio-líder de Agronegócio da PwC Brasil, comentou os resultados. Segundo ele, a IA generativa tem potencial para transformar profundamente a gestão de riscos e a tomada de decisão no setor.
A pesquisa também mediu as expectativas de retorno financeiro. A maioria dos executivos do agro projeta um retorno sobre o investimento (ROI) significativo em um período de até três anos após a implementação da tecnologia.
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