A proposta de criação do Exame Nacional de Medicina (Enamed) adicionou um novo ruído regulatório para as empresas de educação listadas na bolsa, como Ânima (ANIM3), Ser (SEER3) e Cogna (COGN3), segundo análise do BTG Pactual.
O projeto, que ainda está em estágio inicial, propõe um exame obrigatório para que recém-formados em medicina possam exercer a profissão. O modelo seria semelhante ao já existente Exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).
Em relatório, os analistas Samuel Alves, Yan Cesquim e Pedro Bruno afirmam que a medida representa um risco negativo para o setor. A principal preocupação é que o exame possa impactar as taxas de matrícula e os preços das mensalidades dos cursos de medicina.
Apesar do risco, o BTG Pactual considera a reação do mercado “exagerada”. Os analistas argumentam que a aprovação do Enamed ainda é incerta e que o impacto final, caso ocorra, pode ser menos severo do que o precificado atualmente pelas ações.
O banco de investimentos mantém a Ânima (ANIM3) como sua principal escolha no setor de educação. A recomendação para o papel é de “compra”, com um preço-alvo estabelecido em R$ 6.
A análise completa foi divulgada em matéria do portal Money Times. O BTG acredita que, embora o ruído regulatório seja negativo, o cenário fundamental para a empresa permanece sólido.
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