O Conselho de Ética da Câmara dos Deputados analisa uma representação do partido Novo contra o deputado Washington Quaquá (PT-RJ). A acusação é de quebra de decoro parlamentar por uma suposta agressão física.
O incidente teria ocorrido durante uma sessão que discutia o projeto do marco temporal para a demarcação de terras indígenas. Quaquá é acusado de ter desferido um tapa no rosto do deputado Messias Donato (Republicanos-ES).
A confusão começou após a aprovação do projeto de lei, em um momento de tensão no plenário da Casa. A representação foi protocolada pelo partido Novo, que pede a apuração dos fatos e a devida punição ao parlamentar.
Em sua defesa, Washington Quaquá alega que sua reação foi uma resposta a provocações. Ele afirma ter sido chamado de “ladrão” pelo deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), o que teria motivado o desentendimento.
Quaquá nega a agressão a Messias Donato. Segundo sua versão, ele apenas empurrou Donato, que estaria tentando separá-lo de Nikolas Ferreira durante a discussão acalorada.
O caso agora está sob a responsabilidade do colegiado. Conforme informações do portal InfoMoney, o próximo passo é a escolha de um relator a partir de uma lista tríplice para dar um parecer sobre o caso.
Se o processo for adiante e a quebra de decoro for confirmada, as punições podem variar. As sanções vão desde uma advertência verbal até a penalidade máxima, que é a cassação do mandato parlamentar de Washington Quaquá.
A decisão final dependerá da análise das provas e dos depoimentos colhidos durante a tramitação do processo no Conselho de Ética. O colegiado tem a prerrogativa de investigar e julgar a conduta dos deputados.
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